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  "title": "Margem Viva",
  "description": "Margem Viva e um espaco pessoal onde Wagner Beethoven publica textos, notas e paginas mais duraveis, fora da logica de plataforma.",
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      "title": "Café coado",
      "content_html": "<h2 id=\"utens%C3%ADlios\" tabindex=\"-1\"><a class=\"header-anchor\" href=\"#utens%C3%ADlios\">Utensílios</a></h2>\n<ul>\n<li><a href=\"https://link.amazon/B09VQzf3W\">Chaleira bico de ganso</a> <sup id=\"ref-1\"><a href=\"#nota-1\">1</a></sup></li>\n<li><a href=\"https://link.amazon/B01CK1bHZ\">Balança</a></li>\n<li><a href=\"https://link.amazon/B0aIZoYWc\">Moedor de café</a> <sup id=\"ref-2\"><a href=\"#nota-2\">2</a></sup></li>\n<li><a href=\"https://link.amazon/B0gcLFwLT\">Filtro de papel</a></li>\n<li>Para manter quente por mais tempo: <a href=\"https://link.amazon/B00LgNI9n\">coador para filtro V60 02</a> <sup id=\"ref-3\"><a href=\"#nota-3\">3</a></sup> + <a href=\"https://link.amazon/B03s4tBho\">garrafa térmica</a></li>\n<li>Para servir na hora: <a href=\"https://link.amazon/B005GCmtV\">cafeteira Hario V60 com jarra de vidro</a> <sup id=\"ref-4\"><a href=\"#nota-4\">4</a></sup></li>\n</ul>\n<h2 id=\"ingredientes\" tabindex=\"-1\"><a class=\"header-anchor\" href=\"#ingredientes\">Ingredientes</a></h2>\n<ul>\n<li>24g de <a href=\"#meus-caf%C3%A9s\">café em grão</a></li>\n<li>360ml de água quente</li>\n<li>Água quente extra para escaldar o filtro (~200ml)</li>\n</ul>\n<h2 id=\"antes-de-come%C3%A7ar\" tabindex=\"-1\"><a class=\"header-anchor\" href=\"#antes-de-come%C3%A7ar\">Antes de começar</a></h2>\n<p>Aqueça a água sem deixar ferver com força. Água quente demais pode acentuar o amargor do café.</p>\n<p>Passe água quente pelo filtro de papel para remover o gosto de papel e aquecer o recipiente. Depois, descarte essa água.</p>\n<h2 id=\"modo-de-preparo\" tabindex=\"-1\"><a class=\"header-anchor\" href=\"#modo-de-preparo\">Modo de preparo</a></h2>\n<ol>\n<li>Moa <strong>24g de café</strong> em moagem média. O pó deve ficar entre fino e grosso.</li>\n<li>Coloque o filtro no suporte, adicione o café moído e nivele o pó com cuidado.</li>\n<li>Coloque tudo sobre a balança e zere a tara.</li>\n<li>Despeje <strong>60ml de água</strong> sobre o café, molhando todo o pó.</li>\n<li>Aguarde <strong>30 segundos</strong>.</li>\n<li>Continue adicionando <strong>60ml de água a cada 30 segundos</strong>, até chegar a <strong>360ml</strong> no total.</li>\n</ol>\n<table>\n<thead>\n<tr>\n<th>Tempo</th>\n<th style=\"text-align:right\">Água adicionada</th>\n<th style=\"text-align:right\">Total</th>\n</tr>\n</thead>\n<tbody>\n<tr>\n<td>0s</td>\n<td style=\"text-align:right\">60ml</td>\n<td style=\"text-align:right\">60ml</td>\n</tr>\n<tr>\n<td>30s</td>\n<td style=\"text-align:right\">60ml</td>\n<td style=\"text-align:right\">120ml</td>\n</tr>\n<tr>\n<td>1min</td>\n<td style=\"text-align:right\">60ml</td>\n<td style=\"text-align:right\">180ml</td>\n</tr>\n<tr>\n<td>1min30s</td>\n<td style=\"text-align:right\">60ml</td>\n<td style=\"text-align:right\">240ml</td>\n</tr>\n<tr>\n<td>2min</td>\n<td style=\"text-align:right\">60ml</td>\n<td style=\"text-align:right\">300ml</td>\n</tr>\n<tr>\n<td>2min30s</td>\n<td style=\"text-align:right\">60ml</td>\n<td style=\"text-align:right\">360ml</td>\n</tr>\n</tbody>\n</table>\n<ol start=\"7\">\n<li>Espere a água terminar de passar pelo filtro.</li>\n<li>Sirva em seguida ou transfira para uma garrafa térmica já aquecida.</li>\n</ol>\n<h2 id=\"dicas\" tabindex=\"-1\"><a class=\"header-anchor\" href=\"#dicas\">Dicas</a></h2>\n<p>Use movimentos circulares com a chaleira para molhar o pó por igual. Se o café ficar amargo, teste uma moagem um pouco mais grossa ou reduza a temperatura da água, mas se ficar fraco, teste uma moagem um pouco mais fina ou aumente levemente a quantidade de café.</p>\n<hr>\n<h2 id=\"meus-caf%C3%A9s\" tabindex=\"-1\"><a class=\"header-anchor\" href=\"#meus-caf%C3%A9s\">Meus cafés</a></h2>\n<p>A escolha de qual café comprar costuma ser mais pelo preço, todos esses são muito saborosos:</p>\n<ul>\n<li><a href=\"https://link.amazon/B0fSPuTOb\">Black Tucano</a></li>\n<li><a href=\"https://link.amazon/B0cuUq2Yf\">Realcafé Reserva</a></li>\n<li><a href=\"https://link.amazon/B05spih35\">Constantino</a></li>\n<li><a href=\"https://link.amazon/B05ijc2JH\">Unique</a></li>\n<li>Orfeu: <a href=\"https://link.amazon/B006582R7\">Clássico</a>, <a href=\"https://link.amazon/B0dunbhBJ\">Arara</a> e <a href=\"https://link.amazon/B00CVz1rc\">Acauã</a></li>\n<li><a href=\"https://link.amazon/B0b0hURlU\">Santa Mônica</a></li>\n<li><a href=\"https://link.amazon/B0c7vS7dz\">Rei do Café</a></li>\n<li><a href=\"https://link.amazon/B0iu3McUx\">Jurerê</a></li>\n<li>Coffee++: <a href=\"https://link.amazon/B00DE7yDL\">Solos Vulcânicos</a> e <a href=\"https://link.amazon/B0ilfyN6i\">Mantiqueira de Minas</a></li>\n</ul>\n<hr>\n<h2 id=\"sobre-os-utens%C3%ADlios\" tabindex=\"-1\"><a class=\"header-anchor\" href=\"#sobre-os-utens%C3%ADlios\">Sobre os utensílios</a></h2>\n<p><sup id=\"nota-1\">1</sup> Cuidado com o cabo da chaleira, evite fogo alto direto nela, ele pode derreter. Experiência própria. <a href=\"#ref-1\">↩</a><br>\n<sup id=\"nota-2\">2</sup> O moedor é ótimo, mas a tampa é delicada demais. Eu desisti de comprar uma nova, as travas quebram facilmente. <a href=\"#ref-2\">↩</a><br>\n<sup id=\"nota-3\">3</sup> Evite passar a parte verde da esponja no coador, porque arranha fácil e perde o brilho. Experiência própria novamente ☹️. <a href=\"#ref-3\">↩</a><br>\n<sup id=\"nota-4\">4</sup> A jarra é linda para servir na mesa. <a href=\"#ref-4\">↩</a></p>\n",
      "date_published": "2026-06-24T00:00:00Z",
      "summary": "Café coado com moagem média, filtro de papel e extração controlada para duas pessoas.",
      "tags": ["café","bebida"]
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      "title": "Invejosa",
      "content_html": "",
      "date_published": "2026-06-17T19:37:36.146Z",
      "tags": ["Comédia","Drama"]
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      "title": " Asphalt Meadows",
      "content_html": "<p>“Assfalt Meadows” é o décimo álbum de estúdio da banda Death Cab for Cutie, lançado em 2022. O álbum apresenta uma mistura de sons eletrônicos e acústicos, explorando temas de introspecção e reflexão sobre a vida e a sociedade. O álbum foi bem recebido pela crítica e pelos fãs, com muitos elogiando a evolução da banda e a capacidade de criar músicas que são ao mesmo tempo pessoais e universais.</p>\n",
      "date_published": "2026-06-17T19:21:40.242Z",
      "tags": ["Indie Rock","Rock"]
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      "title": "O cansaço de existir nas redes",
      "content_html": "<p>Esse texto nasceu depois desse post no bluesky:</p>\n<blockquote class=\"bluesky-embed\" data-bluesky-uri=\"at://did:plc:77x5s2rco6n7j6hvaskk2fgx/app.bsky.feed.post/3moip23lpd225\" data-bluesky-cid=\"bafyreifaajaddb3cufgmuqhcenyl5zg5gmwmj7hbu44pvulknbluvoalyy\" data-bluesky-embed-color-mode=\"system\"><p lang=\"pt\">deus sabe a raiva que eu tenho de ter que sempre abrir uma conta do Instagram pra cada coisa que eu tenha que abrir na internet.</p>&mdash; Wagner Beethoven (<a href=\"https://bsky.app/profile/did:plc:77x5s2rco6n7j6hvaskk2fgx?ref_src=embed\">@wagnerbeethoven.com.br</a>) <a href=\"https://bsky.app/profile/did:plc:77x5s2rco6n7j6hvaskk2fgx/post/3moip23lpd225?ref_src=embed\">17 de junho de 2026 às 13:07</a></blockquote><script async src=\"https://embed.bsky.app/static/embed.js\" charset=\"utf-8\"></script>\n<p><strong>Desde que eu inventei de ter produto digital, entrei numa batalha constante com as redes sociais.</strong></p>\n<p>Com o <a href=\"http://focoacessivel.com.br\">Foco Acessível</a>, isso fica ainda mais evidente. É um produto de supernicho, os números não chegam nem perto do que eu gostaria, mas eu sei que existe muito valor ali. Tem conversa boa, tem conteúdo relevante, tem convidados interessantes e eu sei, sem falsa modéstia, que eu não sou um host ruim.</p>\n<p>Eu estudo os temas, preparo as perguntas, trabalho as âncoras da conversa e tento conectar contexto com experiência real. O episódio pode ser longo? Pode. Poderia ser mais dinâmico? Também poderia. Mas, para quem trabalha com acessibilidade, é um momento muito rico para aprender com pessoas que vivem, estudam, pesquisam e constroem esse campo todos os dias.</p>\n<p>E aqui existe uma camada importante: nem todo conteúdo precisa seguir a lógica da velocidade.</p>\n<p>Quando falamos de acessibilidade, também falamos de diferentes formas de perceber, processar e consumir informação. Mudanças bruscas de fundo, excesso de cortes, fala acelerada, estímulos visuais o tempo inteiro e edição frenética podem incomodar ou afastar parte do próprio público que esse conteúdo tenta alcançar.</p>\n<p>Então, em alguma medida, consumir esse tipo de conteúdo também pede empatia. Pede tempo. Pede escuta.</p>\n<hr>\n<p>Tenho achado cada vez mais estranho como a gente passou a tratar qualquer conteúdo que exige alguns minutos de atenção como perda de tempo. Parece absurdo não ter mais 30 segundos para “perder” em um áudio de WhatsApp, em um vídeo, em um texto ou em uma conversa um pouco mais longa.</p>\n<p><strong>Eu sou ansioso</strong>, ouvir tudo em 2x não me ajuda, só amplifica essa sensação de pressa. Gosto de ouvir as coisas em 1x, áudio, vídeo no YouTube, podcast, leitura. Eu tento prestar atenção nas palavras e às vezes me pergunto se essa obsessão por leitura dinâmica, cortes rápidos e consumo acelerado não é também um sintoma coletivo de ansiedade.</p>\n<p>As redes sociais mudaram muito a forma como a gente consome conteúdo. Hoje, para ter “sucesso”, parece que tudo precisa virar vídeo curto, frase de impacto, carrossel mastigado, dica rápida, cortes com legenda piscando e promessa de aprendizado em poucos segundos.</p>\n<p>O poder de processamento parece cada vez mais rápido, mas também cada vez mais raso e isso cria um problema muito concreto para quem está tentando construir alguma coisa com calma, profundidade e consistência.</p>\n<p>No momento de vida em que estou, tenho alguns produtos digitais em construção. E esses produtos precisam existir nas redes (infelizmente é necessário). Eles, precisam ter presença, seguidores, interação, recorrência, consistência visual, narrativa, calendário editorial, conteúdo educativo, conteúdo de bastidor, conteúdo de venda, conteúdo de autoridade.</p>\n<p><strong>Só que existe um custo emocional nisso tudo.</strong></p>\n<blockquote>\n<p>Sabe aquele advogado que tem carro de luxo, terno caro, escritório bonito e vive no vermelho? Às vezes sinto que a construção de persona nas redes sociais funciona um pouco assim. Tudo precisa parecer maior, mais sólido e mais bem-sucedido do que realmente está sendo por dentro.</p>\n</blockquote>\n<p>É uma estética permanente de tração, mesmo quando o <strong>bastidor é cansaço</strong>.</p>\n<p>E, sendo um homem só, com tantas frentes abertas, às vezes começo cada projeto já com uma sensação de derrota. Não pela qualidade da ideia, nem pela falta de vontade, mas pela régua artificial que as redes sociais colocam sobre qualquer coisa que ainda está nascendo.</p>\n<h2 id=\"ecoleta\" tabindex=\"-1\"><a class=\"header-anchor\" href=\"#ecoleta\">Ecoleta</a></h2>\n<p><img src=\"https://raw.githubusercontent.com/wagnerbeethoven/personal-blog-pic/refs/heads/main/blog/2026-06-17-ecoleta-og-cover.png\" alt=\"Banner Ecoleta\"></p>\n<ul>\n<li>Confira: <a href=\"http://ecoleta.app.br\">ecoleta.app.br</a></li>\n<li>Redes @ecoletapp: <a href=\"https://instagram.com/ecoletapp\">instagram</a> e <a href=\"https://linkedin.com/company/ecoletapp\">linkedin</a>.</li>\n</ul>\n<p>O Ecoleta, por exemplo, nasceu de um case de <a href=\"https://wagnerbeethoven.com.br/project/capybem/\">design que fiz em 2020</a> para uma vaga. Resolvi materializar a ideia, dar nome, comprar domínio e transformar aquilo em um produto navegável, com cara de produto de verdade.</p>\n<p><strong>A proposta é simples</strong>: conectar pessoas que querem doar recicláveis com cooperativas e artesãos que podem reaproveitar esses materiais. Existe uma lógica de gamificação por trás, integração com redes sociais, banners de conquistas, ranking e uma experiência visual que ficou muito bonita. <strong>É um projeto que me dá orgulho</strong>.</p>\n<h2 id=\"a11ybr\" tabindex=\"-1\"><a class=\"header-anchor\" href=\"#a11ybr\">A11YBR</a></h2>\n<p><img src=\"https://raw.githubusercontent.com/wagnerbeethoven/personal-blog-pic/refs/heads/main/blog/2026-06-17-a11ybr-og-cover.png\" alt=\"Banner A11YBR\"></p>\n<ul>\n<li>Confira: <a href=\"http://a11yhubbr.com.br\">a11yhubbr.com.br</a></li>\n<li>Redes @a11yhubbr: <a href=\"https://www.linkedin.com/company/a11yhubbr\">linkedin</a>, <a href=\"https://www.instagram.com/a11yhubbr\">instagram</a> e <a href=\"https://bsky.app/profile/a11yhubbr.bsky.social\">bluesky</a>.</li>\n<li>Assine: <a href=\"https://a11yhubbr.substack.com/\">Substack</a>.</li>\n</ul>\n<p>Também tem o A11YBR, que já apareceu por <a href=\"https://wgnr.blog.br/blog/quando-ninguem-liga-a-gente-cria-comunidade/\">aqui em outro texto</a>. A ideia é ser um <strong>banco de dados de iniciativas, conteúdos, profissionais e referências em acessibilidade digital no Brasil</strong>. É um projeto que muito sentido pra mim, mas ainda tem um engajamento fraco. O sentimento de fracasso aparece, pesa, mas sigo tentando não deixar isso virar desistência.</p>\n<p>No meio disso, inventei também uma <a href=\"https://a11yhubbr.substack.com/\">newsletter</a>. Curiosamente, talvez por exigir menos esforço das pessoas, ela tem crescido melhor. O formato parece mais honesto com o tipo de relação que eu gostaria de construir: menos refém de algoritmo, mais direto, mais cuidadoso, por causa da comunidade que a plataforma tá inserida.</p>\n<h1 id=\"lombada\" tabindex=\"-1\"><a class=\"header-anchor\" href=\"#lombada\">Lombada</a></h1>\n<p><img src=\"https://raw.githubusercontent.com/wagnerbeethoven/personal-blog-pic/refs/heads/main/blog/2026-06-17-lombada-og-cover.png\" alt=\"Banner Lombada\"></p>\n<ul>\n<li>Confira: <a href=\"http://minhalombada.com.br\">minhalombada.com.br</a></li>\n<li>Redes @a11yhubbr: <a href=\"https://www.instagram.com/minhalombada\">instagram</a> e <a href=\"https://bsky.app/profile/minhalombada.bsky.social\">bluesky</a>.</li>\n</ul>\n<p>E agora tem a Lombada, minha iniciativa mais recente. Um aplicativo/site para registrar coleções de gibis, mangás e quadrinhos. É uma ideia antiga, que usei como pretexto em um processo que tive como mentor. Junto com a mentorada, fizemos uma pesquisa, trabalhamos a parte de <em>discovery</em>, mas o final do processo com ela, acabei mergulhando de cabeça em UI, arquitetura do software e processo de manutenção.</p>\n<p>Fiz tudo isso para concluir todo o processo.</p>\n<hr>\n<p>São projetos diferentes, com públicos diferentes, propostas diferentes e necessidades diferentes, mas todos esbarram na mesma parede: precisam comunicar, precisam disputar atenção, precisam existir em ambientes que favorecem velocidade, simplificação e repetição. Eu ainda não sei como vou dar conta de tantos Instagrams, tantas redes, tantos formatos e tantos calendários, mas vou seguir.</p>\n<p>Ao mesmo tempo, não consigo deixar de sentir que a internet perdeu muito com o <a href=\"https://pt.wikipedia.org/wiki/RSS\">enfraquecimento do RSS</a>, com a “morte gradual” dos blogs pessoais, com a falta de profundidade dos textos mais densos e com essa ideia de que todo conteúdo precisa caber no tempo de retenção de uma plataforma.</p>\n<p>Talvez seja ingenuidade minha, talvez seja teimosia, talvez seja só cansaço, mas eu ainda acredito em conteúdo que pede tempo.</p>\n<ul>\n<li>Em conversa longa.</li>\n<li>Em texto que não precisa correr.</li>\n<li>Em projeto pequeno que nasce devagar.</li>\n<li>Em produto que ainda está procurando seu público.</li>\n</ul>\n<p>E talvez a minha batalha com as redes sociais seja justamente essa: <strong>tentar construir coisas que precisam circular nelas, sem deixar que elas ditem completamente o valor do que eu estou construindo</strong>.</p>\n",
      "date_published": "2026-06-17T00:00:00Z"
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      "id": "https://wgnr.blog.br/music/ghost-if-you-have-ghost-2013/",
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      "title": "If You Have Ghost",
      "content_html": "<p>“If You Have Ghost” é um álbum de covers gravado pelo grupo sueco de metal Ghost, lançado em 2013. O álbum apresenta versões das canções de outros artistas, como ABBA, David Bowie e The Cranberries, com um estilo único e sombrio que é característico do grupo. O álbum foi gravado em um estúdio abandonado em Linköping, na Suécia, e apresenta uma atmosfera sombria e misteriosa. As canções são interpretadas pelo vocalista Tobias Forge e pela banda, criando uma experiência única e inesperada para os ouvintes.</p>\n",
      "date_published": "2026-06-03T15:16:17.971Z",
      "tags": ["Heavy metal","Hard rock","Rock"]
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      "title": "Quando ninguém liga, a gente cria comunidade",
      "content_html": "<hr>\n<p>Desde que migrei para a carreira tech, lá pelos meus vinte e poucos anos, acessibilidade e inclusão passaram a ocupar um lugar central nos meus estudos. Na época, eu talvez ainda não soubesse nomear tudo com precisão, mas já havia uma inquietação ali.</p>\n<p>Uma das primeiras situações que me marcou aconteceu em uma empresa que contratou um profissional exclusivamente para desenvolver o site e sistema de uma licitação vencida da <a href=\"https://pt.wikipedia.org/wiki/Sinagoga_Kahal_Zur_Israel\">Kahal Zur Israel</a>, aqui no Recife.</p>\n<p>O público envolvido era formado por stakeholders judeus idosos, e essa informação é importante porque mostra como contexto, cultura, idade, repertório e familiaridade com tecnologia influenciam diretamente a forma como uma pessoa usa um produto digital.</p>\n<p>O site ficou muito bonito para o contexto de quinze anos atrás. Visualmente, era um trabalho impressionante. Só que as pessoas que precisavam usar não conseguiram se apropriar da experiência. Elas não curtiram, não porque o site fosse feio, mas porque ele não fazia sentido suficiente para elas.</p>\n<p>Aquilo acendeu uma curiosidade que nunca mais apagou.</p>\n<h2 id=\"criar-interfaces-bonitas-era-pouco\" tabindex=\"-1\"><a class=\"header-anchor\" href=\"#criar-interfaces-bonitas-era-pouco\">Criar interfaces bonitas era pouco</a></h2>\n<p>Comecei a estudar acessibilidade, usabilidade e inclusão porque percebi que criar interfaces bonitas era pouco, uma experiência digital podia ser bem resolvida visualmente e, ainda assim, falhar completamente para quem mais precisava dela. A partir dali, a cada nova experiência profissional, fui acumulando aprendizados, mas também uma frustração recorrente: <em>muita gente só passa a se importar com acessibilidade quando alguém próximo se encaixa em alguma dimensão da diversidade</em>.</p>\n<p><strong>É uma percepção dura, mas foi se confirmando ao longo dos anos</strong>. Acessibilidade costuma aparecer tarde, aparece depois da reclamação, depois do risco jurídico, depois da crise de imagem, depois que uma pessoa com deficiência entra no time, depois que alguém da liderança tem uma experiência pessoal com barreira, exclusão ou dependência.</p>\n<p>Antes disso, muitas vezes ela é tratada como detalhe, custo, favor ou pauta paralela.</p>\n<h2 id=\"quando-acessibilidade-vira-inc%C3%B4modo\" tabindex=\"-1\"><a class=\"header-anchor\" href=\"#quando-acessibilidade-vira-inc%C3%B4modo\">Quando acessibilidade vira incômodo</a></h2>\n<p>Na minha última experiência profissional, acessibilidade apareceu nos bastidores como um dos motivos do meu desligamento.</p>\n<p>Oficialmente, a justificativa foi falta de fit cultural. Extraoficialmente, a conversa era outra, esse tipo de coisa é difícil de provar, mas também é difícil de ignorar quando você vive o processo por dentro e talvez esse seja um dos pontos mais cansativos de trabalhar com acessibilidade: você está falando de direito, qualidade, autonomia, experiência e responsabilidade, mas mesmo assim, em muitos ambientes, isso ainda soa como incômodo.</p>\n<p>Dito isso, eu criei o <strong><a href=\"http://a11yhubbr.com.br\">A11YBR</a></strong>.</p>\n<h2 id=\"o-a11ybr-nasce-da-frustra%C3%A7%C3%A3o%2C-mas-tamb%C3%A9m-da-vontade\" tabindex=\"-1\"><a class=\"header-anchor\" href=\"#o-a11ybr-nasce-da-frustra%C3%A7%C3%A3o%2C-mas-tamb%C3%A9m-da-vontade\">O A11YBR nasce da frustração, mas também da vontade</a></h2>\n<p>Aqui o tom muda um pouco, porque apesar de toda a frustração acumulada, eu estou genuinamente animado com o projeto.</p>\n<p>O <a href=\"http://a11yhubbr.com.br\">A11YBR</a> nasceu como uma comunidade para reunir, organizar e compartilhar informações sobre acessibilidade digital no Brasil. Conteúdos, pessoas, ferramentas, eventos, pesquisas, iniciativas, referências, oportunidades e discussões que muitas vezes ficam espalhadas.</p>\n<p>Eu joguei essa ideia para o universo e estou vendo ela ganhar forma.</p>\n<p>Junto com a comunidade, também criei uma <a href=\"https://a11yhubbr.substack.com\">newsletter</a>. A ideia é publicar quinzenalmente uma curadoria com assuntos relevantes sobre acessibilidade, tecnologia, design, produto, desenvolvimento, pesquisa, inclusão e tudo que atravessa esse campo.</p>\n<ul>\n<li>Mesmo sabendo que a aderência inicial pode ser baixa.</li>\n<li>Mesmo estando inserido em comunidades de acessibilidade.</li>\n<li>Mesmo sabendo que o tema ainda circula muito menos do que deveria.</li>\n</ul>\n<p>A verdade é que, muitas vezes, parece que ninguém realmente liga.</p>\n<h2 id=\"a-gente-ganha-mais-quando-se-une\" tabindex=\"-1\"><a class=\"header-anchor\" href=\"#a-gente-ganha-mais-quando-se-une\">A gente ganha mais quando se une</a></h2>\n<p>Aqui vem outra camada do desabafo: até entre profissionais que trabalham com acessibilidade, às vezes existe uma lógica de isolamento, disputa ou autopreservação.</p>\n<p>Eu entendo parte disso. O mercado é difícil, o reconhecimento é desigual, os espaços são poucos e muita gente precisou brigar muito para ser ouvida.</p>\n<p>Ainda assim, eu acredito que a gente ganha mais quando se une. Competição, para mim, faz sentido no esporte. Na vida profissional e nas causas sociais, competição excessiva gera ruído, fragmenta energia e enfraquece agendas que já enfrentam resistência suficiente.</p>\n<p>Acessibilidade digital no Brasil precisa de mais conexão, mais circulação de informação, mais reconhecimento mútuo e mais espaços onde pessoas diferentes possam contribuir sem precisar disputar protagonismo o tempo inteiro.</p>\n<h2 id=\"talvez-seja-promo%C3%A7%C3%A3o%2C-tlvez-seja-desabafo.\" tabindex=\"-1\"><a class=\"header-anchor\" href=\"#talvez-seja-promo%C3%A7%C3%A3o%2C-tlvez-seja-desabafo.\">Talvez seja promoção, tlvez seja desabafo.</a></h2>\n<p>O <a href=\"http://a11yhubbr.com.br\">A11YBR</a> nasce desse lugar: da frustração, sim, mas também da vontade de construir alguma coisa útil. Um espaço para dar visibilidade ao que já existe, aproximar pessoas, organizar conhecimento e fortalecer uma pauta que não deveria depender da boa vontade de quem decide.</p>\n<p>Talvez esse texto seja uma promoção do projeto, mas também é um desabafo e talvez as duas coisas possam existir juntas.</p>\n<hr>\n<h3 id=\"confira-os-links-do-projeto%3A\" tabindex=\"-1\"><a class=\"header-anchor\" href=\"#confira-os-links-do-projeto%3A\">Confira os links do projeto:</a></h3>\n<p>Site: <a href=\"https://a11yhubbr.com.br/\">a11yhubbr.com.br</a><br>\nInstagram: <a href=\"https://instagram.com/a11yhubbr\">instagram.com/a11yhubbr</a><br>\nLinkedIn: <a href=\"https://www.linkedin.com/company/a11yhubbr\">linkedin.com/company/a11yhubbr</a><br>\nBluesky: <a href=\"https://bsky.app/profile/a11yhubbr.bsky.social\">bsky.app/profile/a11yhubbr.bsky.social</a></p>\n<iframe src=\"https://a11yhubbr.substack.com/embed\" width=\"480\" height=\"320\" style=\"border:1px solid #EEE; background:white;\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\">\n</iframe>\n",
      "date_published": "2026-06-03T00:00:00Z",
      "tags": ["Acessibilidade","Comunidade","Carreira","Diversidade"]
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      "title": "Este Mundo Não Vai me Derrubar",
      "content_html": "",
      "date_published": "2026-05-27T13:04:48.126Z",
      "tags": ["Animação","Comédia","Drama"]
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      "title": "Não Tem Dinheiro que Pague",
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      "date_published": "2026-05-27T12:58:10.913Z",
      "tags": ["Animação","Comédia","Drama"]
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      "title": "Desperate Housewives",
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      "date_published": "2026-05-24T19:18:14.377Z",
      "tags": ["Mistério","Drama","Comédia"]
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      "title": "Kid A",
      "content_html": "<p>Kid A é o quarto álbum da banda inglesa Radiohead, lançado dia 2 de Outubro de 2000. Este álbum foi a forma que o Radiohead encontrou para fugir da grande exposição que vinha tendo após lançarem o excepcional OK Computer. Aqui as guitarras foram quase que totalmente deixadas de lado, dando lugar para experimentações e outros tipos de bizarrices. Um álbum completamente anti-comercial mas que nos brinda com belas canções como “Optimistic”, “Morning Bell”, “Motion Picture Soundtrack” e “The National Anthem”. “How To Disappear Completely” foi considerada pelo próprio Thom Yorke a melhor composição do Radiohead. Apesar de toda a</p>\n",
      "date_published": "2026-05-18T14:08:37.259Z",
      "tags": ["electronic","art rock","experimental rock","alternative rock","rock"]
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      "title": "Japa Pop Show",
      "content_html": "<p>“Japa Pop Show” é um álbum de Curumin lançado em 2006, que mistura elementos da música popular japonesa com ritmos brasileiros. O álbum apresenta uma sonoridade única e inovadora, refletindo a influência cultural e musical de Curumin em sua criação.</p>\n",
      "date_published": "2026-05-18T14:02:20.120Z"
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      "title": "Brasileirinho",
      "content_html": "<p>“Brasileirinho” é um álbum de Maria Bethânia lançado em 1971, que apresenta uma mistura de samba, bossa nova e outros estilos musicais brasileiros. O álbum é considerado um clássico da música brasileira e destaca a habilidade vocal e a interpretação de Bethânia em canções que celebram a cultura e a identidade brasileira.</p>\n",
      "date_published": "2026-05-18T13:48:22.476Z",
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      "title": "Dave",
      "content_html": "",
      "date_published": "2026-05-16T20:41:14.033Z",
      "tags": ["Comédia"]
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      "title": "All Saints",
      "content_html": "<p>O álbum “All Saints” é o álbum de estreia da banda britânica All Saints, lançado em 1997. O álbum apresenta uma mistura de R&amp;B, pop e hip-hop, com letras que exploram temas de amor, relacionamentos e identidade feminina. O álbum foi um sucesso comercial, vendendo mais de 7 milhões de cópias em todo o mundo e produzindo hits como “Never Ever” e “Under the Bridge”.</p>\n",
      "date_published": "2026-05-16T19:02:11.960Z",
      "tags": ["Pop","R&B"]
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      "title": "Everything is love",
      "content_html": "<p>“Everything Is Love” é o álbum de estreia da superdupla musical americana The Carters, composta pelos cônjuges Beyoncé Knowles-Carter e Shawn “Jay-Z” Carter. Foi lançado em 16 de junho de 2018 pelas respectivas gravadoras Parkwood Entertainment e Roc Nation — com distribuição da Columbia Records, uma divisão da Sony Music Entertainment. Beyoncé e Jay-Z produziram o álbum junto com vários colaboradores, incluindo Cool &amp; Dre, Boi-1da e Pharrell Williams. Outros vocalistas gravados para o álbum incluem Williams, Quavo, Offset (ambos da Migos) e Ty Dolla Sign, entre outros. O álbum de hip-hop e R&amp;B incorpora sons soul e trap, e suas letras exploram temas como amor romântico, fama, riqueza e orgulho negro.</p>\n<p>O álbum só foi divulgado quando seu lançamento foi anunciado por Beyoncé e Jay-Z enquanto estavam no palco de um show em Londres para a turnê On the Run II e, posteriormente, por meio de suas contas nas redes sociais. Originalmente, era exclusivo do serviço de distribuição musical Tidal, antes de ter um lançamento mais amplo em 18 de junho de 2018. Everything Is Love estreou em segundo lugar na Billboard 200 dos EUA e alcançou o top cinco nas paradas do Canadá, Holanda, Polônia, Suíça e Reino Unido. Na 61ª edição do Grammy Awards, o álbum venceu como Melhor Álbum Urbano Contemporâneo.</p>\n",
      "date_published": "2026-05-16T19:01:45.968Z",
      "tags": ["R&B","Hip-Hop"]
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      "title": "Equilibrivum",
      "content_html": "<p>Equilibrium (estilizado como EQUILIBRIVM) é o oitavo álbum de estúdio da cantora brasileira Anitta, lançado em 16 de abril de 2026, através da Floresta Records, Republic Records e Universal Music Latino. A estrutura do projeto baseia-se em dois atos distintos: o primeiro consiste em composições em português voltadas a gêneros brasileiros, enquanto o segundo compreende faixas em inglês e espanhol direcionadas ao mercado internacional.</p>\n<p>O álbum é um disco que combina gêneros musicais brasileiros e afro-brasileiros como axé, ijexá, samba e MPB. O conteúdo lírico explora elementos das religiões afro-brasileiras como o candomblé, religião que a cantora frequenta, trazendo letras que falam abertamente sobre sua conexão espiritual, orixás e o equilíbrio que ela encontrou na espiritualidade.</p>\n<p>Conta com as participações especiais de Marina Sena, Liniker, Luedji Luna, Melly, Ponto de Equilíbrio, Os Garotin, Rincon Sapiência, KING Saints, Ebony, Papatinho, Shakira, Los Brasileros e Emanazu</p>\n",
      "date_published": "2026-05-16T19:01:18.234Z",
      "tags": ["MPB","Pop","Funk"]
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      "title": "The Best of Guided By Voices: Human Amusements At Hourly Rates",
      "content_html": "<p>“The Best of Guided by Voices: Human Amusements at Hourly Rates” é uma coletânea de singles e faixas notáveis da banda americana Guided by Voices. O álbum apresenta uma seleção de músicas que resumem a essência do som característico da banda, conhecido por sua energia, humor e melodia. Lançado em 1992, este álbum é uma das primeiras coletâneas da banda e oferece uma visão geral dos seus primeiros anos de carreira, incluindo faixas de álbuns como “Bee Thousand” e “Alien Lanes”.</p>\n",
      "date_published": "2026-05-16T19:00:57.792Z"
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      "title": "Transmissions from the satellite heart",
      "content_html": "<p>“Transmissions from the Satellite Heart” é o segundo álbum de estúdio da banda Flaming Lips, lançado em 1993. O álbum é marcado por sua experimentação sonora e letras poéticas, refletindo a visão criativa e visionária da banda. O álbum apresenta uma mistura de rock, psicodelia e pop, com faixas como “She Don’t Use Jelly” e “Unconsciously Screamin’” se tornando hits de sucesso.</p>\n",
      "date_published": "2026-05-16T18:59:39.305Z",
      "tags": ["alternative rock","noise pop","noise rock","neo-psychedelia","psychedelic rock"]
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      "title": "Under the western freeway",
      "content_html": "<p>“Under the Western Freeway” é o segundo álbum da banda estadunidense de rock alternativo Grandaddy, lançado em 1998. O álbum é conhecido por suas letras poéticas e melancólicas, que exploram temas como a solidão e a perda. O álbum apresenta uma mistura de elementos psicodélicos, folk e rock, com sons eletroacústicos e letras que evocam uma sensação de nostalgia e desespero.</p>\n",
      "date_published": "2026-05-16T18:59:07.253Z",
      "tags": ["indie rock","alternrockalt","indie","indie pop","indieindie"]
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      "title": "Quarantine the past: the best of Pavement",
      "content_html": "<p>“Quarantine the Past: The Best of Pavement” é uma coletânea de canções da banda americana Pavement, lançada em 2010. O álbum reúne 22 faixas, incluindo sucessos como “Summer Babe”, “Gold Soundz” e “Range Life”, que representam a essência do som característico da banda. O álbum é uma seleção de canções que abrangem a carreira da banda, desde os primeiros anos até o seu período de maior sucesso nos anos 90.</p>\n",
      "date_published": "2026-05-16T18:58:38.871Z",
      "tags": ["indie rock","rock"]
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      "title": "Odelay",
      "content_html": "<p>“Odelay” é o quarto álbum de estúdio do cantor e compositor estadunidense Beck, lançado em 1996. O álbum é conhecido por sua mistura de gêneros musicais, incluindo rock alternativo, hip hop, folk e psicodelia. Com produção de The Dust Brothers, “Odelay” apresenta uma variedade de sons e estilos, desde a faixa de abertura “Derelict” até o hit “Where It’s At”, que se tornou um sucesso na época. O álbum recebeu críticas positivas da imprensa especializada e é considerado um dos melhores álbuns da década de 1990.</p>\n",
      "date_published": "2026-05-16T18:58:04.329Z",
      "tags": ["Indie Rock","Electronic","Rock"]
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      "title": "The Ultimate Collection",
      "content_html": "<p>“The Ultimate Collection” é um álbum de compilação da banda britânica The Kinks, lançado em 2004. O álbum reúne 40 das músicas mais populares da banda, incluindo clássicos como “You Really Got Me”, “All Day and All of the Night” e “Lola”. O álbum abrange a carreira da banda desde os anos 60 até os anos 90, oferecendo uma visão geral da evolução musical e artística de The Kinks.</p>\n",
      "date_published": "2026-05-16T18:57:50.933Z",
      "tags": ["Rock"]
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      "title": "This is Hardcore",
      "content_html": "<p>“This is Hardcore” é o quinto álbum de estúdio da banda britânica Pulp, lançado em 1998. O álbum é considerado um marco na carreira da banda e apresenta uma combinação de melodias cativantes e letras poéticas que exploram temas como amor, sexo e alienação urbana. O álbum foi produzido por Steve Hillage e apresenta uma sonoridade mais experimental e eletrônica do que os trabalhos anteriores da banda, refletindo a mudança de direção da banda após o sucesso de seu álbum anterior, “Different Class”.</p>\n",
      "date_published": "2026-05-16T18:57:31.608Z",
      "tags": ["electronic","rock","alternative rock","brit pop","experimental"]
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      "title": "Doolittle",
      "content_html": "<p>Doolittle é o segundo álbum de estúdio da banda norte-americana de rock alternativo Pixies, lançado em Abril de 1989 pela 4AD. Os temas negros e pouco comuns explorados no álbum, que inclui o surrealismo, violência Bíblica, tortura e morte, contrastam com o som limpo conseguido pelo produtor então recém-contratado Gil Norton. Doolittle foi o primeiro trabalho dos Pixies a ter lançamento mundial, com a Elektra Records a ser a distribuidora do álbum nos Estados Unidos. Os Pixies lançaram dois singles do Doolittle, “Here Comes Your Man” e “Monkey Gone to Heaven,” tendo ambos sucesso no top US Modern Rock Tracks.</p>\n",
      "date_published": "2026-05-16T18:57:04.898Z",
      "tags": ["Rock","Indie Rock"]
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      "title": "leitura iniciada \n\n#uxdesign #books",
      "content_html": "",
      "date_published": "2026-05-16T00:00:00Z",
      "tags": ["photos"]
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      "title": "Merriweather Post Pavilion",
      "content_html": "<p>“Merriweather Post Pavilion” é o quarto álbum de estúdio da banda americana de música experimental Animal Collective, lançado em 2009. O álbum é notório por sua sonoridade híbrida de indie rock, psychedelia e música eletrônica, criando uma atmosfera única e imersiva. Com produção de Jonas Bjerre, o álbum foi gravado no Merriweather Post Pavilion, um teatro ao ar livre em Columbia, Maryland, e é considerado um dos melhores álbuns de 2009 por muitos críticos de música.</p>\n",
      "date_published": "2026-05-14T17:18:28.004Z",
      "tags": ["neo-psychedelia","experimental","indietronica","psychedelic pop","sunshine pop"]
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      "title": "E se eu não for nada disso?",
      "content_html": "<p>Tem uma hora da vida em que você começa a desmontar silenciosamente tudo aquilo que usava para se definir. Não acontece de forma dramática, geralmente vem aos poucos, quase sem perceber.<br>\nVocê olha para o trabalho e entende que ele ocupa tempo demais para continuar sendo tratado como identidade.<br>\nOlha para relacionamentos antigos e percebe quantas versões de si mesmo existiram só para caber nas expectativas dos outros.</p>\n<p>Até sonhos que pareciam fundamentais começam a perder contorno, como coisas que fizeram sentido para uma versão anterior sua, mas já não explicam completamente quem você é hoje.</p>\n<p>Acho que existe um desconforto muito específico em perceber isso porque a gente cresce acreditando que precisa “virar alguém”. Como se existisse uma versão definitiva esperando para ser encontrada em algum momento da vida:</p>\n<ul>\n<li>o profissional certo,</li>\n<li>o homem seguro de si,</li>\n<li>a pessoa resolvida emocionalmente,</li>\n<li>alguém coerente o suficiente para conseguir responder sem hesitar quem é.</li>\n</ul>\n<p>Só que quanto mais o tempo passa, mais eu sinto que quase tudo em nós foi construído antes mesmo da gente ter consciência suficiente para escolher qualquer coisa. Antes do primeiro pensamento já existia expectativa. Nome, comportamento, referência de sucesso, ideia de masculinidade, medo de fracassar, desejo de pertencimento. A gente aprende muito cedo a performar alguma versão aceitável de si mesmo.</p>\n<p>Talvez por isso essa pergunta “<em>quem sou eu?</em>” seja tão difícil de responder sem cair em algum tipo de personagem. Porque quando você remove profissão, rotina, validação, relacionamento, desejo de reconhecimento e até aquilo que gostaria de ser, sobra um vazio meio estranho. Não um vazio necessariamente ruim, mas desconfortável. Como se pela primeira vez não existisse uma descrição pronta disponível.</p>\n<p>E eu acho curioso como muita gente tenta resolver isso buscando uma essência interior definitiva, uma verdade absoluta escondida em algum lugar, quando talvez ela simplesmente não exista dessa forma organizada que a gente gostaria.</p>\n<p>Hoje eu penso muito mais identidade como responsabilidade do que descoberta. Não como algo que você encontra, mas algo que você sustenta. As escolhas que continua fazendo mesmo cansado. As coisas que decide preservar em você quando seria mais fácil abandonar. Os afetos que permanecem importantes apesar das mudanças. Os limites que aprende a criar depois de anos tentando agradar todo mundo. Existe alguma coisa profundamente humana nesse processo de perceber que talvez ninguém saiba exatamente quem é, mas ainda assim todo mundo precisa continuar escolhendo o que fazer consigo mesmo.</p>\n<p>E talvez seja isso que mais me pega nessa ideia toda: no fim das contas, a vida não parece muito interessada em entregar respostas definitivas sobre identidade. Ela só continua colocando a gente diante das próprias escolhas, o tempo inteiro. Talvez o mais próximo que exista de “ser alguém” esteja justamente aí, na forma como cada pessoa decide lidar com tudo aquilo que fizeram dela ao longo do caminho.</p>\n<hr>\n<p>— <em>O que você é?</em><br>\n— <em>Eu sou [insira sua profissão aqui (talvez seja essa sua reposta)]</em><br>\n— <em>Não é o que você é, é o que faz, <strong>se deixar de fazer o que faz, você deixará de ser quem é?</strong></em></p>\n<hr>\n<p>Esse texto nasceu depois de vários momentos revendo o video do <a href=\"http://instagram.com/@pixuzin\">@Wesley Cruz</a></p>\n<blockquote class=\"instagram-media\" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink=\"https://www.instagram.com/reel/DWQ5aERATd9/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading\" data-instgrm-version=\"14\" style=\" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);\"><div style=\"padding:16px;\"> <a href=\"https://www.instagram.com/reel/DWQ5aERATd9/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading\" style=\" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;\" target=\"_blank\"> <div style=\" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;\"> <div style=\"background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;\"></div> <div style=\"display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;\"> <div style=\" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;\"></div> <div style=\" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;\"></div></div></div><div style=\"padding: 19% 0;\"></div> <div style=\"display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;\"><svg width=\"50px\" height=\"50px\" viewBox=\"0 0 60 60\" version=\"1.1\" xmlns=\"https://www.w3.org/2000/svg\" xmlns:xlink=\"https://www.w3.org/1999/xlink\"><g stroke=\"none\" stroke-width=\"1\" fill=\"none\" fill-rule=\"evenodd\"><g transform=\"translate(-511.000000, -20.000000)\" fill=\"#000000\"><g><path d=\"M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631\"></path></g></g></g></svg></div><div style=\"padding-top: 8px;\"> <div style=\" color:#3897f0; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;\">Ver essa foto no Instagram</div></div><div style=\"padding: 12.5% 0;\"></div> <div style=\"display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;\"><div> <div style=\"background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);\"></div> <div style=\"background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;\"></div> <div style=\"background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);\"></div></div><div style=\"margin-left: 8px;\"> <div style=\" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;\"></div> <div style=\" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg)\"></div></div><div style=\"margin-left: auto;\"> <div style=\" width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);\"></div> <div style=\" background-color: #F4F4F4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);\"></div> <div style=\" width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);\"></div></div></div> <div style=\"display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;\"> <div style=\" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;\"></div> <div style=\" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;\"></div></div></a><p style=\" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;\"><a href=\"https://www.instagram.com/reel/DWQ5aERATd9/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading\" style=\" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;\" target=\"_blank\">Um post compartilhado por Wesley Cruz (@pixuzin)</a></p></div></blockquote>\n<script async src=\"https://wgnr.blog.br/www.instagram.com/embed.js\"></script>\n",
      "date_published": "2026-05-14T00:00:00Z"
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      "title": "American IV: The Man Comes Around",
      "content_html": "<p><em>American IV: The Man Comes Around</em> é o sexagésimo sétimo álbum de estúdio de Johnny Cash e o último lançado ainda em vida pelo artista. Lançado em 5 de novembro de 2002 pelas gravadoras American Recordings e Universal Records, o disco representa um dos momentos mais intensos e melancólicos da fase final de sua carreira.</p>\n<p>O álbum faz parte da série “American”, produzida por Rick Rubin, marcada por interpretações minimalistas, cruas e profundamente emocionais. Para muitos críticos, este é o ponto mais forte dessa fase tardia de Cash, especialmente pela forma como o disco atravessa temas como envelhecimento, culpa, espiritualidade, perda e mortalidade.</p>\n<p>Além do reconhecimento crítico, o álbum também foi incluído no livro 1001 Albums You Must Hear Before You Die, que reúne discos considerados essenciais na história da música.</p>\n",
      "date_published": "2026-05-10T21:07:42.858Z",
      "tags": ["Country","Rock"]
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      "title": "Tem dias ruins que ainda valem a pena",
      "content_html": "<p>Recentemente voltei a assistir <a href=\"serie/origem\">From</a>, seriado ótimo. Eu tinha parado na primeira temporada, mas a série já vai para a quinta (eu acho). Procurei bastante nos streamings que assino e não achei. Só dava para assistir pagando pela Amazon Prime. Quem acabou me salvando foi o Stremio.</p>\n<blockquote>\n<p>A série acompanha pessoas presas em uma cidade onde a saída vira a própria entrada — um loop — e lá existe uma regra levada muito a sério: ninguém pode ficar fora de casa à noite, porque é nesse momento que aparecem os monstros.</p>\n<p>Essas criaturas matam, caçam e brincam psicologicamente com as pessoas antes de atacar.</p>\n</blockquote>\n<p>Se parar pra pensar, só essa premissa já abre espaço para um monte de interpretações filosóficas, religiosas (talvez??) e existenciais, mas não é sobre isso que quero falar. A série e esse texto são sobre <strong>luto</strong>.</p>\n<p><strong>Um tema que atravessa a série inteira.</strong></p>\n<div class=\"spoiler-alert\" data-label=\"Spoiler do episódio\">\n  Na S3EP3, Tian Chen Liu, \"dona\" da lanchonete comunitária da cidade, morre numa emboscada dos monstros e aquilo destrói completamente o Boyd, porque os inimigos queriam \"quebrar\" o protagonista, fazendo com que ele fosse obrigado a assistir à cena.\n<p>Mais tarde, Kenny retorna depois de passar a noite fora tentando ajudar outro personagem. Ele chega trazendo comida para toda a cidade, só que, quando chega, percebe que a mãe não está ali esperando por ele.</p>\n</div>\n<p>Então ele começa a chamar por ela. <strong>Essa cena me desmontou</strong>.</p>\n<figure>\n  <img alt=\"Cena da série From mostrando dezenas de moradores reunidos em um velório dentro de uma casa antiga e desgastada. O ambiente é escuro e melancólico. No centro da imagem, um garoto segura um cobertor colorido enquanto os demais personagens observam em silêncio, transmitindo luto, exaustão e tensão coletiva.\" src=\"https://raw.githubusercontent.com/wagnerbeethoven/personal-blog-pic/refs/heads/main/blog/2026-05-10-from-season-3-episode-2-when-we-go-review-breakdown-mgm-plus-tv-series.jpg\">\n  <figcaption>Velório em From. Talvez uma das cenas mais pesadas da série até agora</figcaption>\n</figure>\n<p>Eu sou mole pra chorar, mas existem cenas que me pegam porque não assisto só como espectador. Me coloco ali dentro. Naquele momento pensei em mainha - é uma certeza que eu pensei nela por que ela já fala muito sobre morte, isso é complexo demais pra mim, falar disso com tanta tranquilidade.</p>\n<p><strong>A vida e a morte é muito complexa.</strong></p>\n<p>Será que todas as pessoas mais velhas sempre falam nesse assunto?</p>\n<p>Pensei no dia em que ela não estiver mais aqui. Pensei que, quando isso acontecer, eu vou ser órfão — vou estar no mundo sem alguém para contar.</p>\n<p>Sempre fico me perguntando se vou conseguir lidar melhor do que lidei com a morte do meu pai e da minha avó (esses eventos tiveram uma diferença de ~3-4 meses entre si). Porque toda minha vida foi apoiada muito na ideia espírita de continuidade, reencarnação e reencontro, mas, sendo honesto, não sei se tenho fé suficiente ainda.</p>\n<p><em>A pandemia me quebrou em pedaços que ainda não consegui juntar completamente, espero que a terapia ainda consiga me ajudar nisso.</em></p>\n<p>A morte é uma certeza, às vezes ela vira alívio para quem está sofrendo, outras vezes, o sofrimento fica inteiro nas mãos de quem continua vivo.</p>\n<p>Não sei se esse recreio tem fim, nem se era pra ter. Talvez nem devesse terminar.<br>\nNas mídias que vejo com o contexto de imortalidade, sempre tem os que não querem ser imortais, porque a vida é pesada demais.</p>\n<p>Talvez tudo isso também tenha sido atravessado pela versão do Johnny Cash para Hurt.</p>\n<hr>\n<p>A certeza é que tem dias ruins que ainda valem a pena simplesmente porque foram vividos.</p>\n<p><strong>A vida é linda.</strong></p>\n",
      "date_published": "2026-05-10T00:00:00Z",
      "tags": ["Luto","Família","Pandemia"]
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      "url": "https://wgnr.blog.br/music/sixpence-none-the-richer-sixpence-none-the-richer-1999/",
      "title": "Sixpence None the Richer",
      "content_html": "<p>O álbum “Sixpence None the Richer” é o álbum de estreia da banda americana Sixpence None the Richer, lançado em 1997. O álbum é conhecido por suas canções acústicas e folk-pop, que apresentam uma mistura de elementos cristãos e universais. O álbum também é conhecido por conter a faixa-título, que não é o título do álbum, mas sim uma canção que foi lançada como single.</p>\n",
      "date_published": "2026-05-09T20:03:47.869Z",
      "tags": ["Indie Rock","Pop Rock"]
    }
  ]
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